C O M U N I C A D O

Acesso a Secretaria Virtual  e agendamento de provas será efetuado através do link:

 www.ceban.com.br/datamax/


O aluno deverá colocar o número do CPF e matrícula para o acesso.

Agendamento da provas do dia 10 ao dia 20 de cada mês.

Em caso de dúvidas, favor entrar em contato com o Colégio.

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Os alunos que estão cursando ou que ja concluiram, providenciar o certificado e historico do ensino fundamental para ser entrege na secretaria da escola. Com urgência.

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Aluno do Ensino fundamental das Séries Finais,  agendar prova pelo telefone.

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Horário de funcionamento da Secretaria do CEBAN:

Segunda-feira à Quinta-feira, das 08h às 17h .

Na Sexta-feira e aos Sábados a Secretaria não funciona.

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Dúvidas a respeito de atividades on line serão atendidas :Segunda-feira à Quinta-feira, de 08h às 12h e das 13h às 17h.

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LEMBRETE:  O aluno deverá comparecer ao local designado para a realização da prova com antecedência mínima de 15 (quinze) minutos do horário fixado para o seu início, munido de documento de identificação original com fotos e caneta esferográfica de tinta azul ou preta. Não será permitido em hipótese alguma o uso de lápis, lapiseira/grafite e(ou) borracha durante a realização das provas.

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  • uni03.jpg
    Homem foi encontrado após ampla divulgação de imagens do circuito de segurança do IEL; identidade ainda não foi divulgada. Imagens do circuito de segurança da biblioteca do IEL identificam suspeito de vandalismo Reprodução/Unicamp A Polícia Civil de Campinas (SP) localizou na manhã desta sexta-feira (17) o suspeito de ter pichado ameaças de chacina e símbolo nazista em institutos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) nesta semana. O homem presta depoimento no 7º DP, no distrito de Barão Geraldo, neste momento. Sua identidade ainda não foi divulgada, tampouco se o suspeito é estudante da universidade. De acordo com a Unicamp, a identificação foi feita após ampla divulgação das imagens do circuito interno de segurança da Biblioteca Antônio Cândido, do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). No vídeo, ele aparece dentro da biblioteca com uma caneta vermelha na mão. Após tirá-la do bolso, faz movimentos que dão a entender que estaria escrevendo algo nas mesas. Ele ainda olha para a câmera e sai do prédio poucos minutos depois de cometer o ato de vandalismo. Suspeito de pichar biblioteca do IEL aparece em imagens do circuito de segurança Reprodução/Unicamp A Polícia Civil registrou o crime como dano ao patrimônio público e ameaça. Entre as mensagens deixadas pelo autor, estão referências ao massacre de Columbine (EUA), em 1999, símbolos da suástica nazista e menções a um ataque: "Vai ter chacina", diz uma das mensagens. Mensagem deixada por vândalo remete ao massacre de Columbine, de 1999 Reprodução/IEL Outros institutos Banheiro do Instituto de Geociências também foi pichado Reprodução/IEL O crime aconteceu na noite de terça-feira (14). Além da biblioteca do IEL, banheiros do Instituto de Geociências (IG) e partes da Biblioteca Central (BC) e do Ciclo Básico (CB) amanheceram pichados na quarta-feira (15). Veja mais notícias da região no G1 Campinas.
  • carolina-e-gabriel-vao-ter-que-esperar-m
    Em 1º de agosto, o STF decidiu manter a validade de normas que estipulam idade de seis anos, completados até 31 de março, para ingresso no ensino fundamental. Carolina e Gabriel vão ter que esperar mais um ano para ingressarem no ensino fundamental e na educação infantil Arquivo pessoal Pais de crianças que completarão seis anos depois de 31 março e que podem ficar de fora do ensino fundamental, em 2019, chamaram a situação de retrocesso e de "peso". Em 1º de agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter a validade de normas que estipulam idade de seis anos, completados até 31 de março, para ingresso no ensino fundamental. O prazo para a publicação do acórdão é de 180 dias. A decisão de data de corte também vale para a entrada no ensino infantil. Neste caso, a criança precisa fazer quatro anos até 31 de março. A advogada Juliana Aparecida dos Santos Nascimento, de 39 anos, é mãe de Carolina e Gabriel – que têm cinco e dois anos, respectivamente. Eles estudam em uma escola particular de Curitiba. Carolina completa seis anos em junho, e Gabriel, três em setembro de 2019. Juliana com os filhos e o marido Arquivo pessoal Por enquanto, a decisão de Juliana e do marido, Fabiano Nascimento, foi de esperar se algo muda até o fim do ano e conversar com a filha sobre a situação. "Foi uma decepção para ela. Ela sabe que vai mudar de escola, então quer mudar logo. Estou preparando para não ficar frustrada", contou a advogada. Para Juliana, o fato de a menina fazer aniversário no meio do ano não prejudicou o aprendizado. "Vejo super evoluída. Não vejo atrasada, nem com dificuldades". Gabriel ainda não tem entendimento do contexto, mas a advogada acredita que o menino possa ter alguma dificuldade na educação infantil. "Por ser de setembro, acho ele mais bebezão do que a Carol nessa idade", explicou. Ela ainda disse que as mães de menino da turma da Carolina são a favor de atrasar um ano para o ingresso no ensino fundamental. Carolina completa seis anos em junho de 2019 Arquivo pessoal Mesmo considerando um risco a entrada de Gabriel na educação infantil antes de ele completar quatro anos, Juliana preferiria tentar essa possibilidade do que esperar mais um ano. "Vou acompanhar o desenvolvimento dele", afirmou. Ponderando o caso dos dois filhos, Juliana não vê a decisão do STF como um benefício. Ela disse que é um peso – pela questão financeira e também para a criança. "Carolina está pré-alfabetizada. Tiraria de letra a alfabetização. O que vão aprender nesse ano, já que não pode alfabetizar?", indagou a advogada. Ela ainda ressaltou que, para os pais que têm filhos em escola particular, "é um ano a mais pagando". Retrocesso A autônoma Tatiane Nascimento Correa, de 37 anos, é mãe de Paolla, que tem quatro. Paolla faz aniversário em dezembro. Neste ano, completa cinco anos. Em 2019, ela iria para o 1º ano do ensino fundamental, já que é quando faz seis anos. Paolla completa seis anos em dezembro de 2019; com a decisão do STF, ela não deve ser matriculada no 1º ano do ensino fundamental Arquivo pessoal Agora, Tatiane não sabe o que vai acontecer. Ela ainda não fez a rematrícula da filha. Como Paolla continuará na mesma escola, ela explicou que a vaga já está garantida. A menina estuda em uma escola particular de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana da capital paranaense. Mesmo fazendo aniversário no fim do ano e sendo a "menorzinha" da turma, como disse Tatiane, a empresária contou que a filha nunca teve dificuldades no aprendizado. "Muito pelo contrário, ela se sobressai. O retorno que tenho, nas reuniões de pais, é que está em um nível bem maior. Ela está no ambiente escolar faz tempo, sendo estimulada faz tempo", afirmou Tatiane. A autônoma define a data de corte como retrocesso na aprendizagem. "Enquadra todas as crianças sendo únicas. A idade seria o ponto de avaliação. Não interessa se é apta, se tem competência, o que conhece. É a idade que a coloca naquele nível. Crianças se desenvolvem de formas diferentes". Tatiane e a filha Paolla Arquivo pessoal Contudo, Tatiane também vê a decisão por outra perspectiva, que considera positiva. Para ela, o lado bom é dar um padrão para que as todas as escolas limitem da mesma maneira. A empresária ainda não conversou com Paolla, sobre a possibilidade de a menina não mudar de ano. Ela optou em esperar mais um pouco. "Os coleguinhas dela vão passar. Ela vai ficar com crianças que não conhece e que não sabem o que ela sabe. É uma questão social e de aprendizado. Ela vai sentir", disse. O que diz a Secretaria de Educação Procurada pelo G1, a Secretaria de Estado da Educação informou, por meio de nota, que aguarda análise do Conselho Estadual de Educação (CEE) em relação à decisão do STF sobre a data de corte. A pasta disse que, depois da deliberação do CEE, publicará instrução quanto às matrículas nos anos iniciais da educação infantil e do ensino fundamental. Isso vale tanto na rede particular quanto pública. Geralmente, a instrução costuma ser publicada em setembro, com o calendário para matrículas e rematrículas. O Conselho Estadual de Educação informou que não está comentando o assunto até que o acórdão do STF seja publicado. Secretaria de Estado da Educação informou que aguarda análise do Conselho Estadual de Educação (CEE) em relação à decisão do STF sobre a data de cort Prefeitura de Cascavel/Divulgação O que dizem o sindicato e o MP-PR A orientação do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Estado do Paraná (Sinepe-PR) é para que as escolas da rede privada façam as matrículas para o 1º ano do ensino fundamental das crianças que estão no último ano da educação infantil, neste ano, e que completam seis anos de idade em 2019, independentemente do mês. De acordo com a presidente do Sinepe, Esther Cristina Pereira, há uma ação civil pública do Ministério Público do Paraná (MP-PR) transitada em julgado que prevê isso. Ela afirmou que a rede privada no estado vai manter essa norma, mesmo que o acórdão do STF seja publicado. Entretanto, o MP-PR informou ao G1 que, a partir da decisão do STF, o posicionamento do corte etário vai mudar. "Essas questões ainda estão sendo discutidas", explicou o MP-PR, por meio de nota. O MP-PR ainda afirmou que solicitou a suspensão da ação civil pública em trâmite, até a publicação do acórdão do STF. A presidente do Sinepe disse que o sindicato não foi informando da suspensão do transitado em julgado e, por isso, mantém a orientação. Em relação à educação infantil, o Sinepe acredita que a idade de corte seja obrigatória a partir do momento que o acórdão for publicado. "Nos estados e municípios que possuam norma própria expedida por seus Conselhos Estaduais e Municipais regulando a idade de ingresso, seja respeitada essa regra para fins de matrícula, haja vista a maior especificidade da norma estadual e municipal frente a norma geral", pontuou a nota emitida pelo Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) sobre a data de corte. Decisão do STF mantém a validade de normas que estipulam idade de 4 anos e 6 anos, respectivamente, completados até 31 de março, para ingresso no ensino infantil e no fundamental Alberto D'Angele/RPC Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.
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